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AUSENTE NOVAMENTE, CUCA É SUBSTITUÍDO PELO IRMÃO, QUE COMANDDOU TREINO

Liberado para resolver assuntos pessoais em Curitiba, Cuca deve comandar treino na sexta-feira
Sem o técnico Cuca, que viajou a Curitiba para resolver assuntos pessoais e ainda não retornou, os auxiliares do treinador, entre eles seu irmão Cuquinha, comandaram três atividades com bola nesta quinta-feira, dando sequência à preparação do Atlético para a estreia do Campeonato Brasileiro, contra a Ponte Preta, domingo, às 16h, em Campinas. A ausência de Cuca não diminuiu a intensidade do treino na Cidade do Galo. Sob o comando de Cuquinha e Eudes Pedro, outro auxiliar do treinador, os jogadores foram bastante exigidos durante os trabalhos. A dupla de auxiliares comandou um treino tático, o primeiro da semana, em que a única novidade na equipe ficou por conta da entrada do volante Dudu Cearense em lugar de Serginho, que sofreu lesão muscular e está vetado para a estreia no Brasileiro. O time titular treinou com a seguinte formação: Giovanni; Marcos Rocha, Réver, Rafael Marques e Richarlyson; Pierre, Dudu Cearense, Mancini e Bernard; Danilinho e André. Pelo posicionamento em campo, o lateral esquerdo mais uma vez se posicionou como terceiro zagueiro, com Mancini bem ofensivo, ao lado de André e Bernard. A atividade tática ocorreu em campo reduzido, quando os auxiliares deram importância grande para o posicionamento dos setores do time em campo. Na segunda, utilizando dois elásticos em cada metade do campo, Cuquinha orientou posicionamento. Na terceira e última atividade com o campo inteiro, os atletas ficaram mais “soltos” em um treino técnico. “Claro que talvez, pela presença do Cuca, a gente perca, cara que a gente gosta no dia a dia, brinca, mas em termos de parte tática, técnica, o Carlinhos, Cuquinha deram a contribuição necessária para suprir a ausência do Cuca, mas o importante é a gente manter o foco”, disse o volante Richarlyson. Cuca é esperado em Belo Horizonte na noite desta quinta-feira e deverá comandar, normalmente, o treino na tarde de sexta-feira, quando deverá realizar nova atividade tática. O elenco atleticano viaja para Campinas no sábado e enfrentará a Ponte Preta no domingo. GALO TEM LIEDSON E BORGES COMO ALVOS PARA REFORÇAR O ATAQUE

Liédson e Borges interessam ao Atlético (Foto: Anderson Rodrigues e Ricardo Saibun)
O Atlético está em busca de um camisa 9. Liedson, do Corinthians, e Borges, do Santos, são os alvos pretendidos pela diretoria do Galo para disputar vaga ou jogar ao lado do titular André. Mas, assim como acontece com Diego Forlán, do Inter, da Itália, o clube mineiro encontra dificuldades para contar com o atacante do Timão ou com o goleador do Peixe. O obstáculo para ter Liedson é o desejo do próprio jogador, que pretende continuar na equipe paulista e já até acenou com a possibilidade de aceitar um novo contrato por mais seis meses, já que o atual vínculo se encerra no próximo mês. O Corinthians, por sua vez, já liberou o atleta para negociar com outros clubes, entre eles o Botafogo. Já no caso do atacante Borges, a negociação esbarra na compensação financeira que a equipe santista deseja para liberar o jogador. Apesar de o técnico Muricy Ramalho declarar que pretende contar com o atacante, a diretoria do Santos deverá se desfazer do atleta, para viabilizar a permanência de Alan Kardec no elenco. Apesar de o superintendente de futebol do Santos, Felipe Faro, negar que o Santos queira negociar Borges, o Palmeiras é outro que tenta o jogador. - Não fomos procurados por ninguém do Atlético. O Borges é jogador do Santos e tem contrato com o clube - declarou Faro, que está na Argentina, onde o Santos encara o Vélez Sarsfield, pelas quartas de final da Taça Libertadores. Ao comentar sobre a busca por reforços no mercado brasileiro, o presidente Alexandre Kalil admitiu que o clube alvinegro está disposto a vencer a concorrência de outras equipes para reforçar o elenco alvinegro. - O Atlético tem condições de brigar com qualquer clube do Brasil por qualquer jogador que joga no país - concluiu o mandatário alvinegro, que viajou à Europa para acompanhar a final da Liga dos Campeões, neste sábado, às 13h45m (de Brasília), entre Bayern, de Munique, da Alemanha, e Chelsea, da Inglaterra. A decisão será disputada na capital alemã.
Escrito por marguitte às 19h02
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ATLÉTICO DIVULGA NOTA OFICIAL SOBRE CONDENAÇÃO JUDICIAL
O Atlético divulgou nota oficial explicando que a condenação por uso de jogadores infantis ainda não transitou em julgado (a decisão ainda cabe recursos). O processo contra o clube foi objeto de reportagem publicada pelo UOL Esporte, nesta terça-feira (15). A Justiça condenou o clube porque 12 garotos das categorias de base moravam em condições precárias em uma pensão informal de Belo Horizonte. Os menores não tinham atendimento médico, psicológico ou dentário, o que contraria a Lei Pelé e os Estatuto da Criança e do Adolescente. Pela condenação, o clube está proibido de manter jogadores abaixo de 14 anos de idade em suas categorias de base. Os maiores de 14 deverão, pela sentença, ser mantidos com contrato de aprendiz, recebendo um salário mínimo proporcional pelas horas trabalhadas no clube. Antes da publicação da matéria "Justiça condena Atlético exploração de jogadores infantis; outros clubes estão na mira" nesta terça-feira (15), a reportagem do UOL Esporte ligou para o departamento jurídico do clube. O advogado Lucas pediu para avisar que "não iria comentar a condenação nem fornecer detalhes sobre o trânsito do processo em primeira instância". Eis a íntegra da nota oficial do Atlético: "Esclarece o Atlético que, não obstante venha – há muito – cumprindo a determinação do Juízo da 11ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte de não manter em suas categorias de base crianças com idade inferior a 14 anos, a questão ainda não foi julgada em definitivo. Ou seja, o assunto em debate (se menores de 14 anos poderão ou não frequentar o Centro de Treinamento do Clube) ainda depende de julgamento final pela instância superior do próprio Poder Judiciário. Vale ressaltar que a Cidade do Galo, em recente avaliação feita pela Universidade Federal de Viçosa, em parceria com o canal Sport TV, foi considerado o centro que fornece a melhor estrutura para o aprendizado e a prática do futebol do Brasil. Toda essa estrutura garante aos atletas das categorias de base plena assistência pedagógica, psicológica, médica, odontológica, assim como alimentação, transporte e convivência familiar, além de instalações desportivas de primeira linha, sobretudo em matéria de higiene, segurança e salubridade, garantindo aos jovens todas as condições necessárias ao livre desenvolvimento de suas potencialidades. No entanto, por força da decisão judicial, fica o Clube impedido de acolher menores de 14 anos em seu Centro de Treinamento".
COM LESÃO NA COXA, SERGINHO ESTÁ VETADO PARA ESTREIA NO BRASILEIRÃO Serginho não vai estar em campo contra a Ponte Preta, domingo, em Campinas, na estreia do Atlético no Campeonato Brasileiro. A partida será às 16h . O jogador teve detectada uma lesão leve no músculo posterior da coxa direita.

Serginho, à esquerda, pode desfalar o Galo contra a Ponte Preta (Foto: Tarcísio Badaró/Globoesporte.com)
Como o clube não divulga o prazo para a recuperação, e o grupo de jogadores se reapresentou apenas na tarde desta quarta-feira, Serginho terá pouco tempo para se recuperar. É provável que ele fique à disposição do Cuca para a segunda rodada da competição, no próximo dia 27, contra o Corinthians, no Independência. Além de Serginho, o meio campo não terá o volante Leandro Donizete, que ainda se recupera de dores na panturrilha esquerda. Sendo assim, as chances de Dudu Cearense ser titular pela primeira vez na temporada crescem consideravelmente. Outra opção poderá ser o retorno de Richarlyson para a posição de volante, já que o jogador vem atuando na lateral esquerda. Cuca ainda irá avaliar quem será o companheiro de Pierre na contenção no meio campo.
Treino
O grupo de jogadores fez trabalhos físicos seguidos de treino técnico, com os jogadores sendo orientados pelo preparador físico Carlinhos Neves. O técnico Cuca chega a Belo Horizonte nesta quinta-feira, já que resolve problemas particulares em Curitiba. GALO RENOVA CONTRATO DE MARCOS ROCHA

Marcos Rocha teve seu contrato renovado de forma antecipada pelo Atlético Além de reforçar o elenco, a diretoria do Atlético trabalha para segurar jogadores importantes. O clube anunciou que o contrato do Marcos Rocha, que terminaria em julho de 2013, foi prorrogado até o final de 2014. O atleta disputou o último Brasileiro pelo América-MG, e retornou ao Galo neste ano, logo assumindo a titularidade. Marcos Rocha revelou que ficou muito feliz com o acerto com o Atlético, o que, segundo ele, seria um reconhecimento do trabalho que vem sendo feito no clube. O lateral garantiu que já estava focado em fazer um bom Brasileiro, mas que agora a motivação será ainda maior. “Fiquei muito feliz com a renovação, pois é fruto do bom desempenho que venho tendo nos últimos anos. Tenho a confiança da diretoria e da comissão técnica para continuar meu trabalho, e isso é muito importante para o jogador. Agora eu tenho mais tranquilidade, com foco apenas dentro de campo. Espero retribuir a confiança”, declarou. No próximo domingo, o Atlético estreia no Campeonato Brasileiro, encarando a Ponte Preta, em Campinas. Para Rocha, chegou a hora de o Galo conquistar um título nacional. “O grupo todo está de parabéns pela conquista do Mineiro, mas o foco já é no Campeonato Brasileiro, e precisamos de um título de maior expressão para presentear nosso torcedor”, disse
Escrito por marguitte às 17h58
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GALO CONQUISTA O MINEIRO DE FORMA INVICTA

Jogadores do Atlético comemoram título mineiro com o mascote do clube (Foto: Gil Leonardi)
O Atlético bateu o América-MG na final do Campeonato Mineiro e conquistou o estadual de forma invicta e incontestável. Bastava ao Galo empatar, mas o Alvinegro fez 3 a 0, com o volante Serginho e o meia Bernard, que anotou dois. Foi o primeiro título obtido no novo estádio Independência, que foi completamente reformulado, visando a Copa do Mundo de 2014. O campeão dominou todo o jogo e a cada gol, deixava os ânimos americanos ainda mais para baixo. O Coelho apresentou muitos erros, principalmente pelas laterais e não levou perigo ao gol de Giovanni em momento algum. O Atlético fez uma boa apresentação, tendo como destaques o já citado armador Bernard e o lateral-esquerdo Richarlyson, um dos mais contestados atletas do Atlético. O JOGO PRIMEIRO TEMPO O jogo começou bem movimentado e aberto pelos dois lados. O América acionava, principalmente, o meia Moisés e o lateral-esquerdo e prata da casa Bryan. Já o Atlético vinha forte pelo lado direito, com Marcos Rocha, que se entendia bem com Danilinho e Mancini, chegando com perigo nos primeiros minutos. Dois duelos a parte tomavam conta do jogo: Pierre contra Rodriguinho e China contra Guilherme. A melhor chance do Coelho foi com Everton, que cabeceou rente do gol de Giovanni. A bola passou rente à trave direita e morreu pela linha de fundo. Já o Alvinegro quase marcou em uma cobrança de falta perto da grande área, com Mancini. A bola chegou a encostar no travessão, rolando sobre a rede acima da meta. Após os 12 minutos, o América perdeu o meio de campo. Com isso, o Galo começou a acossar mais o adversário, que quando chegava próximo ao gol rival não conseguiu fazer boas conclusões. Quem apresentava um bom futebol era o lateral Richarlyson e o atacante Danilinho, que vinham sendo alvos de vaias e manifestações mais intensas de desagrado pela torcida atleticana nas últimas partidas. E após uma forte pressão atleticana, Guilherme pegou a bola, se livrou do marcador, chutou caprichosamente no travessão, tirou o goleiro Neneca da jogada, que caído, viu o volante Serginho aproveitar a meta livre e cabecear para o fundo do gol aos 31 minutos. O gol aumentou ainda mais os ânimos do Galo, que passou a ocupar o setor de ataque de forma integral. Aos 38 minutos, Bernard ampliou o placar. Ele passou pelo lateral-direito Patrick e chutou de forma rasteira no canto inferior direito de Neneca. SEGUNDO TEMPO A etapa final começou com o Atlético jogando de forma tranquila, tocando a bola, enquanto o Coelho tentava fazer a ligação direta, principalmente com Bruno Meneghel, pela esquerda, mas com nenhum sucesso. Sem encaixar uma jogada, o América teve seu camisa 10, Rodriguinho, bem anulado, quanto o Galo chegava sempre com perigo, com o jovem Leleu, que fazia sua primeira partida após substituir Guilherme no primeiro tempo, fazendo uma boa partida e se apresentando bem ao ataque, dando cobertura para o setor ofensivo. A primeira chance do Coelho só apareceu aos 19, com o zagueiro Everton Luiz fazendo o papel de pivô, rolando para Alessandro, que cara a cara com o gol de Giovanni, chutou para a direita, desperdiçando uma grande chance para o Alviverde. Entretanto, o desarme do Galo continuava melhor, graças ao América, que estava muito burocrático, sem criatividade e poder ofensivo pelas laterais. E foi neste cenário que Bernard aumentou ainda mais o marcador. Após um bombardeio do Galo, com Marcos Rocha chutando pelo lado direito, a bola bateu no travessão, sobrou para Bernard, que apenas precisou complementar para o fundo do gol. Atlético x América Mineiro Local: Independência, em Belo Horizonte (MG) Data/Hora: 13/05/2012 - 16h00 (de Brasília) Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS) Assistentes: Fabiano da Silva Ramires (Asp.FIFA/ES) e Fábio Pereira (Asp.FIFA/TO) Cartões amarelos: Guilherme 29 1º, Bernard 33’ 1º, Serginho 16’ 2º e Mancini 32’ 2º(Atlético) Alessandro 16’ 1º e Bryan 41' 2º(América) Cartões Vermelhos: Gols: Serginho 31’ 1º e Bernard 38’ 1º e 31’ 2º (Atlético) Atlético: Giovanni, Marcos Rocha, Réver, Rafael Marques e Richarlyson; Pierre, Serginho (Lima 29’ 2º), Mancini e Danilinho; Guilherme (Leleu 44’ 1º) e Bernard. Técnico: Cuca. América Mineiro: Neneca, Patrick (Kaio, no intervalo), Gabriel, Everton e Bryan; China, Leandro Ferreira, Moisés e Rodriguinho; Alessandro e Fábio Júnior (Bruno Meneghel, no intervalo). Técnico: Givanildo Oliveira. 
COMENTÁRIO: Parabéns ao glorioso clube Atlético Mineiro pela conquista invicta do campeonato Mineiro 2012
Escrito por marguitte às 21h59
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COM CONTRATO NO FIM, LIMA ENCARA CADA DIA COMO SE FOSSE O ÚLTIMO

Lima, zagueiro do Atlético (Foto: Fernando Martins / Globoesporte.com)
Com o contrato terminando no final do próximo mês, o zagueiro Lima encara o atual momento no Atlético como decisivo. Tanto pela final do estadual, que será disputada no próximo domingo, contra o América-MG, quanto por sua continuação no clube. O zagueiro tem a consciência de que os jogos como titular irão definir o futuro e revela que ninguém da diretoria alvinegra o contatou para tratar da renovação. - Eu estou encarando todos os dias como se fosse o último. Apesar de não ser o momento para falar isso, eu não fui procurado até agora para tratar disso (renovação). Mas nem quero porque estamos vivendo um momento importante, com uma decisão pela frente. É passar essa fase da final e semana que vem a gente passa a pensar em várias coisas. Lima começou a temporada como última opção entre cinco zagueiros. Com a negociação de Werley, e lesões de Rafael Marques e Leonardo Silva, além da irregularidade de Luiz Eduardo, Lima passou a ser relacionado e a jogar, inclusive como titular nas três últimas partidas. Segundo Lima, tudo foi fruto da persistência no trabalho. - Naquela primeira oportunidade, contra o Tupi, eu mostrei que não vinha me preparando só naquela semana. Eu nunca deixei de trabalhar, sempre esperei a oportunidade. Para mim ela está surgindo sempre nos momentos difíceis. Mas graças a Deus estou conseguindo fazer da melhor forma possível e isso me ajuda em uma possível renovação. Mas o que pesa é o interesse do clube. Não adianta ficar falando que quero renovar se o clube não demonstrar que quer renovar. Lima espera que o time entre novamente com o esquema de três zagueiros, já que o time encarou o Coelho no primeiro jogo da decisão com ele, Rafael Marques e Réver. - Eu acho que deu segurança ao time lá atrás. Algumas oportunidades de gol surgiram, até com o Réver, que o Neneca defendeu. Ela (a defesa) bem postada dá facilidade de chegar à frente. Mas tem que estudar o adversário e encaixar uma formação para ter um volume maior sobre o adversário. PERTO DO GALO, DESTINO DE JUNIOR CÉSAR SERÁ DEFINIDO SEMANA QUE VEM

Junior Cesar está treinando separadamente do elenco do Flamengo (Foto: Alexandre Loureiro)
O presidente do Atlético, Alexandre Kalil, confirmou o interesse do clube na contratação do lateral-esquerdo Junior Cesar, que treina em separado no Flamengo. Segundo o presidente, faltaria acertar apenas as bases salarias para que o jogador vista a camisa do Galo. Pelo Fla, a diretoria rubro-negra não confirma a transação, mas vê na possibilidade do acerto, a chance de ganhar ainda mais fôlego na folha salarial, já que o atleta recebe cerca de R$ 180 mil. Contudo, o técnico Joel Santana afirmou que a liberação de Junior Cesar seria viabilizada se a oferta fosse vantajosa para o Rubro-Negro, ou seja, se uma peça de reposição já estiver encaminhada. Oacerto entre Junior Cesar e o clube mineiro só poderia se concretizar a partir da próxima segunda-feira, quando o Galo dará fim à campanha no Campeonato Mineiro. KALIL NEGA NEGOCIAÇÕES DO GALO COM ORION DO BOCA
Além do lateral-esquerdo Junior Cesar e do atacante Forlán - que tiveram as negociaçõs confirmadas pelo presidente Alexandre Kalil -, o Atlético foi posto como um possível interessado em contratar o goleiro Agustín Orión, de 30 anos, que defende do Boca Juniors (ARG). Contudo, o mandatário do Galo, mesmo confirmando que houve uma conversa sobre o jogador, tratou de descartar a negociação - Ele não interessa ao Atlético. Foi oferecido, assim como o Souza (que defende o Cruzeiro) - disse Kalil, à Rádio Itatiaia. RICHARLYSON FICOU FELIZ POR JOGAR COMO VOLANTE

Richarlyson diz que aceita jogar na lateral-esquerda (Foto: Divulgação/Atlético)
Richarlyson sempre deixou claro que atuar como volante era sua preferência. Nesse setor, o jogador foi tricampeão brasileiro pelo São Paulo. Só que, no Atlético, o técnico Cuca o usa como lateral-esquerdo. A exceção foi na partida contra o América-MG, válida pelo final do Campeonato Mineiro. Na ocasião, atuando com três zagueiros, o Galo cocntou com Rick no meio de campo, marcando o adversário juntamente com Pierre. Sobre a oportunidade de voltar a atuar na posição que tanto gosta, Richarlyson não escondeu a felicidade pelo fato. - Antes do jogo, quando o Cuca chegou para mim e falou que eu iria atuar como volante, ao lado do Pierre, dei até um sorriso, porque todo muito sabe que eu gosto de atuar nessa função. É ali que eu fui condecorado com premiações - disse o jogador, que mesmo sentido o gosto de retornar à função na qual mais rendeu na carreira, descartou disputar vaga com os demais volante do elenco atleticano: - Estou bem à vontade jogando de lateral. Estou aqui para ajudar e todo mundo sabe que eu gosto de jogar no meio também. Fico feliz por causa da confiança. Então, esse negócio de pedir para não jogar na lateral para depois brigar pelo meio de campo está fora de cogitação.
Escrito por marguitte às 18h11
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CUCA PODE SAIR DO GALO APÓS O MINEIRO

Passagem de Cuca no Galo começou em agosto do ano passado e pode estar perto do fim
O atual cenário no comando técnico do Atlético é de uma possibilidade de troca de nomes para o Campeonato Brasileiro. Mesmo em caso de título mineiro, Cuca pode acertar a sua saída. A diretoria alvinegra já conversou com Levir Culpi e também manteve contato com pessoas ligadas a Felipão, sem ambiente no Palmeiras.
A reportagem apurou que Cuca entregou o cargo para o presidente Alexandre Kalil e o diretor de futebol Eduardo Maluf após o insucesso diante do Goiás na Copa do Brasil. O treinador, no entanto, aceitou o pedido da cúpula alvinegra para permanecer até o fim do Campeonato Mineiro. Desta forma, ele poderia somar um título no currículo e a diretoria teria tempo hábil para buscar o seu substituto.
Num primeiro momento, o nome de Levir Culpi foi dado como certo para assumir o clube. Ele conta com o apreço da diretoria do Galo, bem como da torcida. As duas partes chegaram a conversar, apesar de não concluírem a negociação. Tanto que Levir também ouviu, de bom grado, uma proposta do presidente Gilvan de Pinho Tavares, do Cruzeiro, para ser o substituto de Vágner Mancini. 
Levir e Felipão: opções na mesa da diretoria do Galo
Mas outro nome que tem ótimo relacionamento com Eduardo Maluf e pode ganhar força a partir deste fim de semana é o de Felipão. O pentacampeão mundial está descontente no Palmeiras, onde não vê um grupo qualificado o suficiente para disputar títulos.
Nesta quarta-feira à noite, mesmo com a classificação do Palmeiras para as quartas de final da Copa do Brasil, Felipão manifestou sua insatisfação com a postura da diretoria alviverde no mercado de transferências. Ele disse que indica jogadores de qualidade e que outros de nível inferior chegam ao Palestra Itália. Para o treinador, a diretoria é que deveria assumir a responsabilidade.
Felipão já está ciente do interesse do Atlético e vê o retorno a Minas – onde já treinou o Cruzeiro em 2000 e 2001 – com bons olhos. O técnico quer deixar o mercado paulista, onde tem uma relação desgastada com a imprensa, e não deve retornar para o Sul, onde o Grêmio conta com seu desafeto Kleber como principal atacante. No Rio de Janeiro, ele teve as portas fechadas após negociação frustrada com o Flamengo no ano passado.
Diferentemente de anos atrás, o Atlético tem hoje potencial econômico para oferecer a Felipão os grandes jogadores que ele não teve no Palmeiras. O pentacampeão mundial está nos últimos anos de sua carreira e seu desejo é se aposentar em alta, em um clube que lhe possibilite a busca de títulos de expressão.
“As saídas de Cuca do Atlético e de Felipão do Palmeiras são questão de tempo”, conta uma fonte do Superesportes ligada aos dois clubes. Levir Culpi é a principal alternativa. O fator que prejudica o técnico é o seu longo período de ausência do futebol brasileiro. O paranaense esteve no futebol japonês nos últimos cinco anos. JORNAL ITALIANO DIZ QUE ACORDO ENTRE DIEGO FORLAN E GALO JÁ ESTÁ FECHADO

Uruguaio Diego Forlán, que pertence à Inter de Milão, recebeu proposta para defender o Atlético
O site do jornal italiano Il Giorno, de Milão, informou nesta quinta-feira que o destino de Diego Forlán, que não permanecerá na Internazionale, será o Atlético. De acordo com o periódico, o atacante uruguaio já acertou a saída do clube de Milão e faltaria apenas o anúncio oficial. Ainda segundo o site esportivo, a Inter de Milão já tem inclusive um possível substituto para Forlán: o atacante Lavezzi, destaque do Napoli na temporada. Com a saída do uruguaio, que ganha 4 milhões de euros por ano, o clube italiano teria condições de contratar o centroavante argentino. O principal jornal de esportes da Itália, La Gazzetta dello Sport, também noticiou o interesse e as negociações entre a Internazionale e o Atlético pela contratação de Forlán. Segundo a publicação, as negociações estão avançadas. O intermediário dos entendimentos entre Atlético e Diego Forlán, o agente uruguaio Edgar Goulart, amigo do presidente atleticano,Alexandre Kalil, e de Pablo Forlán, pai do atacante, confirmou ao UOL Esporte na quarta-feira, que Forlán já tem em mãos uma proposta do clube mineiro e que já conversa com a Internazionale para decidir o seu futuro no clube italiano. Goulart informou que a prioridade de negociação é com o clube mineiro. Segundo o empresário, Alexandre Kalil foi o único dirigente a entrar em contato com o pai do jogador e a Internazionale. O atacante uruguaio, de 32 anos, que teve passagem pelo Atlético de Madrid e foi eleito o melhor jogador da Copa do Mundo de 2010 atuando pela seleção do Uruguai, despertou interesse do Corinthians, que no entanto desistiu de contratá-lo.
Escrito por marguitte às 17h23
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MASSA DORME NA FILA PARA GARANTIR INGRESSOS PARA DECISÃO
Atlético e América-MG decidem, neste domingo, o Campeonato Mineiro de 2012. A partida de ida, no último domingo, terminou em 1 a 1, e a vantagem continua com o Galo, que precisa de um empate para ser campeão. O jogo decidirá o primeiro campeão no estádio Independência após a reabertura, em abril. A possibilidade de transformar a vantagem em título parece estar sendo uma grande motivação para a torcida atleticana, que desde a madrugada desta quarta-feira ocupa a frente da sede do clube, em Lourdes, esperando para garantir ingressos para a decisão. Alguns torcedores chegaram a montar acampamento durante a noite.
VENDA DE INGRESSOS PARA FINALÍSSIMA DO MINEIRO COMEÇA NESTA QUARTA-FEIRA

A MAIOR DE MINAS JAMAIS ABANDONOU O GLORIOSO
Terá início às 10h desta quarta-feira a venda de ingressos para o segundo e decisivo clássico da final do Campeonato Mineiro. A partida acontecerá às 16h deste domingo, na Arena Independência, em Belo Horizonte. A massa ocupará os blocos Ismênia e Minas, com acesso ao estádio apenas pela Rua Ismênia Tunes. A venda é limitada a 05 (cinco) ingressos por pessoa. SETOR / ACESSO / PREÇO / MEIA ENTRADA BLOCO ISMÊNIA Setor Especial / Portão 2 / R$ 60,00 / R$ 30,00 Setor Vip / Portão 1 / R$ 200,00 / R$ 100,00 Cadeira / Portão 10 / R$ 30,00 / R$ 15,00 BLOCO MINAS Setor Especial / Portão 9 / R$ 40,00 / R$ 20,00 Cadeira / Portão 8 / R$ 20,00 / R$ 10,00 (Meia entrada para todos os setores - A venda de ingressos de meia entrada para estudantes, crianças de 0 a 12 anos e maiores de 60 anos, bem como o acesso ao estádio, serão permitidos apenas mediante apresentação dos seguintes documentos: Crianças (0 a 12) e maiores de 60 anos - Documento de Identidade. Estudantes – Carteira de estudante e comprovante de matrícula ou de pagamento da mensalidade. DATAS E HORÁRIOS DA VENDA DE INGRESSOS QUARTA-FEIRA (9/5) 10h às 20h – Sede de Lourdes 10h às 17h – Labareda, Class Club Sion, Bilheteria Ismênia do Independência QUINTA-FEIRA (10/5) 10h às 20h – Sede de Lourdes 10h às 17h – Labareda, Class Club Sion, Bilheteria Ismênia do Independência
SEXTA-FEIRA (11/5) 10h às 20h – Sede de Lourdes 10h às 17h – Labareda, Class Club Sion, Bilheteria Ismênia do Independência SÁBADO (12/5) 10h às 17h – Sede de Lourdes 10h às 17h – Labareda, Bilheteria Ismênia do Independência DOMINGO (6/5) 10h às 17h15 – Bilheteria Ismênia do Independência OBS: OS DIAS E HORÁRIOS DE VENDA SÓ SERÃO EFETIVADOS HAVENDO DISPONIBILIDADE DE INGRESSOS. ENDEREÇOS DOS POSTOS DE VENDA Belo Horizonte - Sede do Atlético (Av. Olegário Maciel, 1516 – Lourdes) - Labareda (Av. Portugal, 4.020 – Itapoã) - Class Club Sion (Av. Bandeirantes, 20 – Praça Alaska – Sion) - Arena Independência – Rua Ismênia Tunes
Escrito por marguitte às 17h58
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MANCINI DIZ QUE RICHARLYSON BUSCA ‘ALGO MAIS’ NAS VAIAS DA MASSA

Richarlyson foi alvo de cobranças da torcida do Atlético nos dois jogos ocorridos no Independência
Alvo de cobranças de parte da torcida do Atlético nesta temporada, Richarlyson, que tem atuado na lateral esquerda no esquema de Cuca, busca força nas próprias vaias para driblar a pressão, segundo o experiente meia Mancini. “A gente sabe que torcedor é assim mesmo, vai pelo amor, paixão que envolve, calor do jogo, mas o Richarlyson é maduro para isso, ele dá a volta por cima, no próprio jogo ele pede a bola, mesmo sendo vaiado”, observou Mancini. “A gente procura dar força, procura estar ao lado do jogador, dar sempre palavra de incentivo, mas o Richarlyson é maduro, muito forte, vejo que a vaia faz o Richarlyson buscar sempre o algo a mais, ter mais força”, acrescentou o jogador. Desde o início do Campeonato Mineiro, no final de janeiro, Richarlyson tem sido o principal alvo do torcedor. Porém, a volta para Belo Horizonte, aumentou as cobranças da torcida sobre o jogador. Improvisado na lateral, o volante foi “perseguido” pelos atleticanos nos dois jogos da equipe no estádio Independência. “A gente espera sempre a torcida do nosso lado. A torcida do Atlético é inteligente, sabe a hora de apoiar, estar ao nosso lado e a hora de vaiar. Com o Guilherme, ela entendeu que levando o jogador no colo, dando apoio, ele vai, rende mais”, afirmou Mancini. Ser vaiado e “perseguido” por torcedores durante os jogos não é novidade para o atleta. Ao longo da sua longa passagem pelo São Paulo, Richarlyson convivia com manifestações de parte da torcida do tricolor paulista, que nunca aprovou o jogador como titular. Outro atleta que tem convivido com vaias e insatisfações, o goleiro Giovanni reconhece ser mais difícil jogar sob vaias “amigas. “Quando você é incentivado, é melhor do que ser vaiado, mas ali dentro a gente está sujeito a tudo. São seres humanos, falhas podem acontecer, mas com certeza com apoio da torcida os erros diminuem e os acertos aumentam”, reconheceu. ZAGUEIRO VOLTA A TREINAR E RICHARLYSON SE REAPRESENTA

Recuperado de lesão muscular, Leonardo Silva ainda não atuou pelo Atlético nesta temporada
Liberado pelo Atlético da atividade de terça-feira para resolver assuntos pessoais, Richarlyson voltou a treinar nesta quarta-feira. Outra novidade no trabalho realizada pela manhã, na Cidade do Galo, foi o zagueiro Leandro Silva, que se recuperou de contusão. Nesta quarta-feira, o grupo atleticano treinará em dois períodos, como parte da preparação para o segundo e decisivo jogo com o América-MG, no próximo domingo, às 16h, no estádio Independência, que vale o título de campeão mineiro de 2012. O primeiro confronto terminou empatado em 1 a 1. Leonardo Silva iniciou os treinos com bola, após se recuperar de uma longa lesão na coxa esquerda, sofrida ainda no final da temporada passada. Desde então, o atleta vem tentando se livrar da contusão e não fez uma partida sequer nesta temporada. O elenco atleticano fez treinamento diferente nesta quarta. Enquanto os titulares do último jogo ficaram apenas na sala de musculação, dando ênfase à parte física, os reservas e os que não enfrentaram o América realizaram um trabalho técnico em campo, com bola. “Importante, aprimorando a parte física, a equipe vem de duas partidas cansativas, segunda foi folga, ontem (terça-feira) trabalho de recuperação, vai ser importante. No domingo vai ser um dia que vai precisar da parte física e mental”, disse o meia Bernard. Para o clássico decisivo de domingo, contra o América, pelo segundo jogo da final do Campeonato Mineiro, Cuca convive com desfalques, já que não terá os volantes Leandro Donizete e Fillipe Soutto, meia Wesley e atacante Neto Berola, todos lesionados, e o centroavante André, suspenso pelo terceiro amarelo.
Escrito por marguitte às 17h53
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APÓS JOGAR NOS TRÊS GRANDES, ALEX MINEIRO REVELA CLUBE DO CORAÇÃO

Durante a carreira, Alex Mineiro foi grande ídolo do Atlético-PR. Estrela e artilheiro no título Brasileiro do Furacão em 2001. Em Minas Gerais, defendeu América, Cruzeiro e Atlético. Em atividade, o camisa 9 preferia manter o seu clube do coração em sigilo.
Agora, aposentado desde 2010, falar sobre para quem torce não é mais problema. Apesar de ter sido revelado pelo América e ter participado da conquista da Libertadores de 1997 pelo Cruzeiro, é o Atlético que conta com a torcida do atacante.
“Antigamente era melhor não falar (risos). A torcida não perdoa. Mas tenho um carinho pelo Atlético. A família toda é atleticana”, revela.
Alex Mineiro defendeu o Galo em 2004. A fase não era boa e o clube lutou contra o rebaixamento no Campeonato Brasileiro. “Fiquei um ano. Foi uma luta danada. Escapamos no último jogo, contra o São Caetano, do rebaixamento. Tive a oportunidade de fazer dois gols que ajudaram a equipe a permanecer na Série A”. Além da partida contra o Azulão, outra foi marcante para o jogador com a camisa alvinegra. O Atlético goleou o rival Flamengo, em Ipatinga, por 6 a 1, com grande participação de Alex Mineiro. “Foi aquele jogo importantíssimo. Era um momento que a gente precisava ganhar. Foi maravilhoso. Tive a oportunidade de fazer dois e participar de outros dois gols. Jogo maravilhoso que eu fiz. Para deixar guardado”.
Mas Alex Mineiro também valoriza as passagens por América e Cruzeiro. “Jogar no América foi excelente para mim. Uma oportunidade muito boa. Passei bons momentos. Fui artilheiro nos anos que fiquei lá. Foi uma excelente passagem. É um clube que tenho uma gratidão muito grande”, diz.
Na Toca da Raposa, foram dois títulos conquistados. “Em 1997 fui para o Cruzeiro. Logo no primeiro ano, conseguimos o Campeonato Mineiro e a Copa Libertadores. Foi muito bom para a gente. O grupo com excelentes jogadores. Tive pouca oportunidade porque tinham jogadores de referência, principalmente no ataque, como Marcelo Ramos, Roberto Gaúcho, Cleisson e Palhinha”.
O camisa 9 também não se esquece dos primeiros passos, dados no Santa Tereza. “Em 1989 fui para o Santa Tereza. Fiquei até 1993. Me venderam para o América e fomos juntos. Eu, Irênio, Evanílson, um monte de gente”, recorda.
Ídolo do Furacão
Alex Mineiro defendeu, fora de minas, clubes como Vitória, Bahia, Palmeiras e Grêmio. Mas o seu grande destaque foi no Atlético-PR. Ele fez gols decisivos na reta final do Brasileirão de 2001, ficou o caneco, além do prêmio de melhor jogador da competição. “Conseguimos o título inédito no Atlético-PR. Várias equipes gastam milhões para conseguir e nós conseguimos com um time muito bom e não tão caro como outras equipes. Foi um ano maravilhoso. Fui um dos artilheiros da competição. Nas finais do campeonato, fiz gols em todos os jogos. Foi maravilhoso. A torcida tem um carinho enorme por mim e eu por eles. Foram anos de idas e vindas. Sempre com passagens boas e marcantes, de gols”, disse.
Naquele ano, Romário anotou 21 gols. Mas Alex Mineiro e seu parceiro de ataque foram efetivos 17 vezes cada, em uma dupla memorável para a torcida do Furacão. “Foi a melhor dupla. Tínhamos um entendimento muito grande dentro da área. Fora de campo também somos amigos até hoje. Nos falamos sempre. Facilitou ainda mais. Era uma qualidade muito”.
Foram três passagens no clube paranaense. Além de 2001 a 2003, ele esteve lá em 2007 e 2010, quando se aposentou. “Já estava programado. O que aconteceu foi o seguinte. Estava fazendo tratamento. Perdi a hora em um tratamento. O Carpegiani era o treinador, tivemos um desentendimento e rescindi o contrato em setembro ou outubro”.
Um espaço vazio para um prêmio
Na casa de Alex Mineiro, em Belo Horizonte, um quarto é dedicado aos prêmios conquistados. “Tenho troféus e lembranças de praticamente todos os clubes”.
Mas há um espaço vazio ainda. Em 2008, pelo Palmeiras, Alex Mineiro foi premiado pelo Craque do Brasileirão, da CBF, como um dos melhores atacantes. No entanto, não pôde receber o prêmio. “Aproveitei que estava suspenso na última rodada do campeonato e fiz uma cirurgia de amídalas. Tive que ficar de repouso e não fui na festa”, conta.
Desde então, ele nunca mais conseguiu receber o troféu. 
Empresário na construção civil
Alex Mineiro é casado e tem duas filhas, hoje com 37 anos. Após aproveitar o ano de 2011 para descansar, ele pretende virar empresário no ramo da construção civil. “Já investia nesse ramo. Um cunhado tem uma imobiliária e vamos levantar uns apartamentos para vender. Apesar de não ter conhecimento, dá para aprender rapidamente”, afirma.
No início desse ano, a imprensa de Alagoas noticou um interesse do CSA no atacante. “Também fiquei sabendo disso aí. Mas não chegaram a entrar em contato comigo”, disse.
Voltar para o futebol não está nos planos do antigo camisa 9, mas também não é uma hipótese descartada. “Acho que já deu para mim. Depende, se aparecer alguma coisa boa e viável, não descarto”.
Escrito por marguitte às 17h52
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EM MEIO À DESCONFIANÇA DA MASSA, GALO PODE CONQUISTAR TÍTULO INVICTO

Empate com América, em 1 a 1, foi o 4º no Mineiro e manteve invencibilidade do Atlético
Apesar de enfrentar vaias dos torcedores que têm comparecido aos estádios e a desconfiança quase geral da massa, o Atlético está a um empate de conquistar, de forma invicta, o título mineiro, no próximo domingo, às 16h, no Estádio Independência. O Atlético vive situação inusitada nesta temporada. Apesar de ter 79,62% de aproveitamento em 2012, tendo apenas uma derrota, para o Goiás, por 2 a 0, pela Copa do Brasil, e ainda invicto no Mineiro, a equipe segue sem credibilidade junto ao seu torcedor. Ele cobra atuações convincentes e manifesta preocupação com o Brasileiro que se aproxima. “É muito interessante isso, uma invencibilidade que para muitos é questionada, mas contestada como, se tivemos jogos dificílimos no interior, buscamos resultados difíceis, tinha mais duas ou três equipes grandes aqui em Minas que poderiam estar na decisão e não chegaram e isso credencia ainda mais a condição dos finalistas”, afirmou o atacante Guilherme. Para o jogador, a campanha no ano, com 13 vitórias, quatro empates, todos pelo Campeonato Mineiro e apenas uma derrota, para o Goiás, pela Copa do Brasil, gera motivação para o elenco. “Isso trás confiança maior, no trabalho, o que o treinador passa, vamos trabalhar, focados, sem desviar a atenção”, destacou Guilherme. No Campeonato Mineiro, o Galo acumula 10 triunfos e quatro empates: Cruzeiro (2 a 2), Tupi (0 a 0 e 1 a 1) e América-MG (1 a 1). Para chegar ao título do estadual, o Atlético entrará em campo, no próximo domingo, precisando apenas de novo empate, que manteria assim o time mineiro invicto no Campeonato Mineiro. Para o América, somente a vitória interessa e por qualquer placar. Cuca reconhece que a pressão tem sido grande “Temos a semana toda para reequilibrar o time, para fazer bom jogo domingo que vem, mesmo na cobrança que o time está, o Atlético está na iminência de ser campeão invicto depois de 36 anos”, disse o treinador. INVICTO EM 1976, ALVES DÁ RECEITA PARA TÍTULO

Alves fez parte do último time invicto do Atlético (Foto: Fernando Martins / Globoesporte.com)No próximo domingo, quando soar o apito final da decisão do Campeonato Mineiro, o Galo poderá, depois de 36 anos, conquistar um título estadual de maneira invicta. Basta um empate diante do América-MG para o time atual igualar o feito de Alves, ex-lateral-direito do clube. Atualmente, responsável pela administração dos estádios de Minas Gerais, Alves, por motivos óbvios, acompanha de perto o futebol mineiro. Em uma conversa sobre as lembranças do título de 1976, ele não conseguiu fugir da comparação das diferentes épocas. A começar pelos principais nomes do futebol mineiro da década de 1970. - Tinha Reinaldo de um lado, Joãozinho de outro, Marcelo de outro. Os times eram muito bons. Nós tínhamos Cerezo, Marcelo, Paulo Isidoro, Reinaldo. E eram 31 jogos para ser campeão. Era bem mais difícil. Tínhamos problemas de gramado, de bola e de material, mas o que era pior era que não tinha cartão amarelo. O Reinaldo tomava soco desde antes de começar o jogo até o fim. Com o Joãozinho, era a mesma coisa. Hoje, tem os cartões e as câmeras de TV, o que facilita mais. Hoje, existe mais preparo físico, mas nossa técnica era indiscutível. Alves foi um dos pilares do time campeão invicto, já que era um dos poucos jogadores capazes de marcar o ponta cruzeirense Joãozinho. Enquanto os torcedores do rival colocaram o apelido de “Joãozinho Travolta”, pois era conhecido pelos dribles que parecia passos de dança, Alves foi apelidado de “Alves Presley”, por conta dos embates equilibrados com o rival cruzeirense. - Era uma disputa muito equilibrada. Mesmo sabendo marcar o Joãozinho, ele me deixou com artrose em uma das pernas – brincou. Naquele ano, o Galo venceu o Cruzeiro duas vezes nas finais, ambas por 2 a 0, e levou o caneco sem perder um jogo sequer. Foram 31 jogos, com 26 vitórias e cinco empates. Alves relembrou o nível de profissionalismo do grupo, praticamente todo formado dentro do clube. - Naquela época, o grande responsável pelo título foi o grupo. Um grupo jovem que se uniu e conseguiu chegar ao título. Não existia dinheiro em excesso, e sim amor à camisa. Tem que ter esse amor à camisa. Naquele tempo, se saía à noite, o grupo resolvia. Cobrava. O capitão era todos. O grupo te colocava na linha. Alves revela que o time não tinha a obsessão de ser campeão invicto. O título era mais importante, mas a conquista sem derrotas veio pela tranquilidade que a equipe teve após as sequências de vitórias, ao contrário de hoje. - Foi uma coisa automática. Vimos que tudo dava certo, mas foi jogo a jogo. As vitórias em sequência nos davam uma tranquilidade. Hoje, quando o atleta entra pressionado, influencia, porque o cérebro é que comanda tudo. Se o grupo não der a tranquilidade ao companheiro, acontece o que tem acontecido hoje com o Atlético. Um tem que passar confiança para o outro. Alves também contou que, em 1976, o Estadual era mais valorizado por conta da qualidade técnica elevada. - Como o poder aquisitivo era pouco, o que se tinha era a qualidade. O Mineiro, naquela época, era um bom laboratório para o Brasileiro. Jogar em Uberlândia, em Nova Lima, era muito difícil, porque havia muitos jogadores bons. Por fim, o ex-lateral-direito alvinegro não escondeu a satisfação por estar marcado na história do clube do coração, no seleto grupo de campões invictos. - Fui campeão invicto mineiro, e terminei um brasileiro sem perder, um ano e meio depois. Sinto-me totalmente envaidecido por estar na história do clube como um campeão que não perdeu.
Escrito por marguitte às 15h57
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EMPATE AMARGO

América e Atlético disputaram cada bola com muito vigor (Foto: Gil Leonardi) América-MG e Atlético fizeram uma partida equilibrada no primeiro confronto da final do Campeonato Mineiro, no Independência, neste domingo, e empataram em 1 a 1. O Coelho foi até mais presente no ataque, mas não teve grandes chances de marcar. Já o Alvinegro teve mais oportunidades de gol e contou com a presença do artilheiro André para terminar em vantagem. Coelho e Galo terão uma semana para se prepararem para o segundo jogo. No domingo que vem, os times entram em campo, novamente, no Independência, e um deles terminará os 90 minutos com o troféu nas mãos. O empate dá o título ao Atlético.
O JOGO Os times esqueceram a cautela no CT e partiram para cima, procurando logo os gols. O América, mandante, usava e abusava das bolas alçadas na área, buscando aproveitar a estatura de seus jogadores. Contudo, o Atlético, com três defensores, conseguia rebater bem os cruzamentos. Para atacar, o Galo focava na velocidade - com Bernard sendo a principal válvula de escape. E foi na agilidade que o Galo quase marcou. Aos nove, Réver ligou o contra-ataque com Guilherme, que devolveu para o zagueiro. O capitão chutou firme, mas em cima de Neneca.

André fez o gol do Galo, mas está fora da final (Foto: Gil Leonardi) Mesmo com o susto, o América não se amedrontou. O Alviverde dominava o meio de campo, sobretudo pelo uso de três volantes e impedia o Galo de sair para o ataque, deixando o rival apenas com a opção de contragolpear. O Coelho, com paciência, chegava à frente e buscava as melhores opções para finalizar. No entanto, devido ao bom posicionamento defensivo do Alvinegro, tinha dificuldade para incomodar Giovanni. A partir dos 25, o Atlético conseguiu acertar a marcação e coibir a pressão americana. O Galo passou a ter mais posse de bola e a chegar próximo ao gol. Bernard, em um chute de fora da área, chegou a acertar ao travessão e André obrigou Neneca a fazer uma bela defesa. Aos 44, Bernard de novo chegou em condição de marcar, mas finalizou na marcação. E, apesar das chances de ambos times, o empate permaneceu no primeiro tempo. SEGUNDA ETAPA O segundo tempo começou com o Galo aproveitando os contragolpes. A velocidade dos alvinegros fazia diferença, sobretudo nas costas de Bryan, que deixava muitos espaços. Marcos Rocha, aos dois, avançou sozinho e cruzou rasteiro. Gabriel cortou antes que a bola chegasse aos pés de André. Alessandro tentou responder, mas Giovanni fez defesa espetacular. Bryan dava muitos espaços na marcação, mas ele foi a melhor arma ofensiva do Coelho no confronto. Praticamente todas as jogadas americanas passavam pelos pés do camisa 6. Na cadência do lateral, o Coelho, tal como na primeira parte do primeiro tempo, criava as melhores chances e pressionava o Atlético. Aos 22, Bryan levantou na área, Alessandro cabeceou, após falha de Giovanni, mas Serginho salvou em cima da linha e evitou o gol. Mancini e Carlos César entraram em campo para tentar dar mais força ofensiva ao Atlético. Com eles em campo, o Alvinegro conseguiu criar mais oportunidades. Foi com Mancini cobrando escanteio que o Galo abriu o marcador. Lima desviou no primeiro pau e a bola cruzou toda a área chegando a André, que apenas empurrou para a rede, aos 35. O Coelho não se deu por vencido e, aos 49, Bruno Meneghel desviou a bola e empatou o duelo. AMÉRICA-MG 1 X 1 ATLÉTICO Local: Independência Data e Hora: 6/5/12 - 16h Árbitro: Francisco Carlos do Nascimento (AL) Renda e público:14.543 pagantes / R$ 595.980,00 Cartão Amarelo: Rafael Marques, André, Pierre, Giovanni e Serginho (ATL); Rodriguinho, Gabriel, Bruno Meneghel e Dudu (AME) GOLS: André, 35'/2T (0-1) e Bruno Meneghel, 49'/2T (1-1) AMÉRICA-MG: Neneca, Rodrigo Heffner, Gabriel, Everton Luiz e Bryan (Pará, 42'/2T); Dudu, Leandro Ferreira, Moisés e Rodriguinho (Romão, 41'/2T); Fábio Júnior e Alessandro (Bruno Meneghel, 26'/2T). Técnico: Givanildo Oliveira ATLÉTICO: Giovanni, Lima, Rafael Marques e Réver; Marcos Rocha (Carlos César, 21'/2T), Pierre, Serginho, Bernard (Mancini, 21'/2T) e Richarlyson (Dudu Cearense, 34'/2T); Guilherme e André. Técnico: Cuca
Escrito por marguitte às 21h01
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AMÉRICA E GALO COMEÇAM A DECIDIR O MINEIRO
O primeiro jogo da final do Campeonato Mineiro acontece neste domingo, quando o América-MG recebe o Atlético, às 16h, no Independência. O Coelho vai motivado após ter eliminado o Cruzeiro e por ter completado 100 anos de fundação. Já o Galo terá que reunir forças para superar a eliminação precoce na Copa do Brasil, diante do Goiás, e voltar a um bom momento. NO COELHO O técnico Givanildo Oliveira possui uma dúvida para escalar a equipe. Na zaga, Everton Luis sentiu dores durante a semana e pode ser substuído pelo reserva Lula. O jogo será no Independência e, apesar da carga de ingressos ser destinada em maior parte para o Massa Alvinegra, os jogadores do Coelho fizeram questão de chamar os americanos para a decisão. - O torcedor pode esperar muita luta pelo título. Precisamos que eles nos deem muita força, pois será um jogo muito importante, um grande duelo e tenho certeza que vamos fazer uma grande partida no domingo - disse o volante Dudu. NO GALO O técnico Cuca quer usar a experiência no Cruzeiro - quando venceu o Estadual após ser eliminado na Libertadores - para dar um passo importante rumo ao 41º título estadual do Atlético. Só que para isso o comandante terá que superar problemas de lesão em seu elenco. O atacante Neto Berola e o volante Leandro Donizete estão fora do confronto. - O Berola foi submetido a exame de ressonância magnética que constatou uma fratura por estresse na bacia. Já o Leandro Donizete se queixou de dor na perna esquerda, não tem condições de jogo e está vetado - disse o médico Rodrigo Lasmar. A novidade na equipe será o volta de Bernard, que cumpriu suspensão na Copa do Brasil - por ter sido expulso no primeiro jogo contra o Goiás. E o jovem meia-atacante se mostrou motivado pelo seu retorno ao time atleticano. - Acompanhei a eliminação, foi difícil, mas estou feliz de voltar ao time para mais um jogo decisivo - disse Bernard. AMÉRICA-MG X ATLÉTICO
Local: Independência, Belo Horizonte (MG) Data e Hora: 06/05/12 - 16h (de Brasília) Árbitro: Francisco Carlos do Nascimento (AL) AMÉRICA-MG: Neneca, Rodrigo Heffner, Gabriel, Everton Luiz (Lula) e Bryan; Dudu, Leandro Ferreira, Moisés e Rodriguinho; Fábio Júnior e Alessandro. Técnico: Givanildo Oliveira ATLÉTICO: Giovanni, Marcos Rocha, Lima (Rafael Marques), Réver e Richarlyson; Pierre, Serginho, Danilinho, Mancini (Guilherme) e Bernard; André. Técnico: Cuca
Escrito por marguitte às 12h57
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GALO VENCE GOIÁS, MAS É ELIMINADO
 Galo levaria o jogo para os pênaltis, mas vacilou no fim do jogo (Foto: Ramon Bitencourt)
O Atlético até conseguiu vencer o Goiás por 2 a 1, nesta quinta-feira, no Independência. Porém, a vantagem no placar não foi suficiente para o Galo avançar para as quartas de final da Copa do Brasil. Jogando em casa, os alvinegros abriram 2 a 0, mas permitiram que o time visitante balançasse a rede no fim da partida. Esse gol acabou com o sonho alvinegro, já que o duelo de ida fora 2 a 0 para os goianos. Agora, o Galo agora volta seu pensamento para a final do Campeonato Mineiro, onde encara o América-MG nos próximos dois domingos. Já o Goiás encara nas quartas de final o time que se classificar dos duelos entre São Paulo e Ponte Preta.
ETAPA INICIAL
O Atlético começou a partida a mil por hora. Porém, o Goiás também queria muito o resultado. O time visitante chegou com força no começo e teve uma falta perigosa. No entanto, a força da equipe de fora durou até os seis minutos. Depois de um ótimo cruzamento na área feito por Mancini, Neto Berola aproveitou a chance para marcar o primeiro gol do Galo. Após o tento, o time da casa ficou melhor. Com toques rápidos, Neto Berola, que atuou muito bem, deixou o Atlético com maior força no ataque. No entanto, nesse momento, o Galo não conseguia fazer que sua vontade se tornasse oportunidades. Aos 26, porém, Marcos Rocha cruzou na área e Escudero sofreu pênalti. O meia Mancini não desperdiçou e ampliou. Depois do segundo gol, o Atlético continuou melhor. Organizado por Mancini, que conseguiu ser um bom camisa 10, a equipe alvinegra finalizou a etapa inicial superior.
GOL MATADOR NO FIM
O Goiás voltou com vontade. Logo nos primeiros minutos, o time teve uma sequencia de cinco escanteios. Entretanto, o Atlético voltou também com a superioridade técnica vista no primeiro tempo. Logo aos dois minutos, André marcou gol, mas o bandeira anulou. Depois disso, o Atlético abusou do direito de perder. Na primeira oportunidade, Réver entregou uma bola no pé do atacante Iarley. Ele chegou na cara do gol e errou. Poucos minutos, o zagueiro atleticano entregou outra. Dessa vez, o Goiás teve uma chance mais clara. No entanto, o avante do time goiano errou novamente. Depois dos 15, o Goiás teve maior domínio. O Atlético não conseguia subir ao ataque e os visitantes tinham mais volume de jogo. O Galo conseguiu segurar a vantagem, que levaria o jogo para as penalidades máximas até os 40 minutos, mas Felipe Amorin, em belo drible dentro da área, marcou o gol que o time goiano precisava.
ATLÉTICO 2 X 1 GOIÁS
Local: Independência, Belo Horizonte (MG) Data-Hora: 3/5/2012 - 21h50 Cartões Amarelos: Richarlyson, Danilinho (ATL); Valmir, Peter, Egídio, Thiago (GOI) Árbitro: Márcio Chagas da Silva (RS) Auxiliares: Altemir Hausmann (RS) e Carlos Berkenbrock (SC) Cartões Vermelhos: Nenhum GOLS: Neto Berola, 6'/1T (1-0); Mancini, 26'/1T (2-0); Felipe Amorin, 40'2ºT (2-1) ATLÉTICO: Giovanni, Marcos Rocha, Réver, Lima e Richarlyson (Triguinho, intervalo); Pierre, Leandro Donizete, Neto Berola (Escudero, 21'/1T) e Mancini (Serginho, 22'/2T); Danilinho e André. Técnico: Cuca GOIÁS: Harlei, Peter (Walison, 15'/2T) ), Rafael Toloi, Valmir Lucas e Egídio; Amaral, Thiago Mendes,Felipe Amorim, Ramon (Netinho, 37'/2T) e Ricardo Goulart; Iarley (Vitor, 15'/2T). Técnico: Enderson Moreira CUCA CULPA IMATURIDADE DA EQUIPE

Técnico Cuca diz que Goiás foi melhor no segundo tempo e quase evitou a derrota Cuca reconheceu que o Galo não teve boa atuação no segundo tempo da partida e viu o Goiás superior na vitória atleticana, por 2 a 1, que foi insuficiente para a classificação. Ele lamentou o fato do Galo não conseguir levar a decisão para a disputa dos pênaltis.
“Faltou a equipe ser mais madura e saber levar para o pênalti, quando estava 2 a 0. A gente não perdeu a classificação aqui, perdemos lá, 2 a 0, até 3 a 0 é um placar perigosíssimo, um gol te elimina, placar muito perigoso, no lance do gol a gente estava montadinho, arrumadinho, mas o rapaz foi feliz”, disse Cuca, referindo-se a Felipe Amorim. Cuca viu queda física e técnica no segundo tempo e reconheceu a necessidade de levar a decisão da vaga para os pênaltis. “Naquele momento a gente não estava criando mais chances e nem conseguindo se defender bem, então era momento de levar para os pênaltis, definir lá, mas tomamos o gol em uma jogada que estávamos bem posicionados defensivamente”, observou. Cuca reconheceu superioridade do Goiás e viu o adversário perto de reverter a derrota. “O Goiás foi superior em todos os sentidos, no segundo tempo, não no primeiro. No segundo tempo, quando colocamos o Serginho, foi para melhorar fisicamente, até deu equilibrada, mas o desgaste, alguns erros complicam e fomos penalizados no final do segundo tempo”, analisou. “Temos jogadores que jogam mais do que jogaram hoje e não conseguiram se encontrar, emocionalmente, fisicamente, tecnicamente, no segundo tempo, não tivemos no segundo tempo um bom papel, o Goiás na velocidade tiveram oportunidades e criaram outras chances de gols, mas não marcaram”, acrescentou Cuca.
Escrito por marguitte às 09h02
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GALO DECIDE COM GOIÁS VAGA PELA CB
O Galo volta a se apresentar em Belo Horizonte depois de quase dois anos. O clube alvinegro encara o Goiás, nessa quinta-feira, às 20h50, no novo Independência. E a massa terá que fazer a diferença no novo estádio, já que a vantagem construída pelo adversário no primeiro jogo das oitavas de final é considerável. A última partida do Atlético em Belo Horizonte foi no dia 6 de junho de 2010, quando o time foi derrotado pelo Ceará no Campeonato Brasileiro por 1 x 0 na despedida do Mineirão. De lá para cá, com as reformas dos dois estádios da capital, o time adotou como "casa" a Arena do Jacaré, em Sete Lagoas. Mas o novo Independência já ficou pronto e foi reinaugurado. Mancini, que atuou no estádio antes da reforma e de rodar pela Europa, fala da expectativa de voltar a jogar diante do torcedor em Belo Horizonte. "Quando chegamos às quartas de final do Brasileiro em 2002, conseguimos ótima sequência de quatro vitórias consecutivas no Independência. É um estádio charmoso, que ficou bonito e será nossa casa daqui para frente. Esperamos agora dar sorte contra o Goiás", afirmou o experiente meia atleticano. 
Atleticanos prometem empurrar o time para reverter vantagem do Goiás
O atacante André, que foi contratado no ano passado e não conhece o torcedor atleticano de BH de perto, aposta na pressão das arquibancadas para reverter a vantagem de dois gols do adversário. "A gente tem tudo para fazer um grande jogo nessa volta a BH. É especial voltar para Belo Horizonte. É um jogo que temos que reverter o placar. A gente espera que seja uma festa muito bonita. A força vem da torcida. Ela vai nos apoiar", declarou o centroavante atleticano. Na partida de ida, o Goiás venceu por 2 x 0. Desfalques O técnico Cuca não poderá contar com o jovem Bernard, expulso no Serra Dourada, e nem com Fillipe Soutto, que teve uma entorse no joelho direito. Lima segue como titular na zaga, mesmo com o retorno de Rafael Marques, que fica no banco de reservas. Do lado goiano, o zagueiro Rafael Toloi lembra que um gol dificultaria e muito a tarefa do Atlético, pois a equipe de Cuca teria que fazer quatro para se classificar. "A gente não deve deixar de jogar, porque se fizermos um gol fica ainda mais difícil para eles. Então estamos focados, preparados, esquecemos já um pouco o Goiano, e pensamos totalmente na Copa do Brasil", declarou o defensor do Goiás.
ATLÉTICO X GOIÁS Local: Estádio Independência, em Belo Horizonte (MG) Data: 3 de maio de 2012, na quinta-feira Horário: 21h50 (de Brasília) Árbitro: Márcio Chagas da Silva (RS) Assistentes: Altemir Hausmann (RS) e Carlos Berkenbrock (SC)
ATLÉTICO: Giovanni; Marcos Rocha, Lima, Réver e Richarlyson; Pierre, Serginho, Escudero (Neto Berola), Mancini e Danilinho; André. Técnico: Cuca GOIÁS: Harlei; Peter, Rafael Toloi, Valmir Lucas e Egídio; Amaral, Thiago Mendes, David (Felipe Amorim), Ramon e Ricardo Goulart; Iarley. Técnico: Enderson Moreira
Escrito por marguitte às 10h48
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GALO ESPERA VIRADA CONTRA O GOIÁS

Mancini crê que torcida tem se mobilizado e marcará presença no jogo do Independência Com a reabertura do Independência, o retorno à capital mineira virou trunfo para o Atlético conseguir vencer o Goiás, na próxima quinta-feira, por diferença acima de dois gols e seguir na Copa do Brasil. Para o experiente Mancini, a mobilização da torcida atleticana pode transformar o remodelado estádio num “caldeirão moderno”.
“Você vê a cidade bem mobilizada, o torcedor atleticano bem satisfeito com essa volta ao Independência, Belo Horizonte ganhando esse estádio maravilhoso, padrão internacional”, observou Mancini, que conheceu bem o Independência antes da reforma do estádio, reinaugurado na semana passada. Derrotado por 2 a 0 no jogo de ida, em Goiânia, o Atlético conta com a força da massa para tentar vencer o Goiás por, no mínimo, três gols de diferença para seguir na Copa do Brasil. Mancini crê que o time mineiro contará com os torcedores em seu primeiro jogo em Belo Horizonte depois de quase dois anos sem atuar na capital. “A gente numa situação difícil, em desvantagem, mas o Atlético está trabalhando psicologicamente para que, na quinta-feira, as coisas venham a dar certo, e que o Independência, nesta reabertura para o Atlético, possa ser um fator fundamental, vamos dizer, o ‘caldeirão moderno’, porque o Independência, com a estrutura que está, tenho certeza que a massa vai comparecer e nos ajudar muito”, afirmou o meia atleticano. Outro que aposta no apoio da torcida é o atacante André. “A gente tem tudo para fazer um grande jogo nesta volta a BH. É especial voltar para BH, o jogo também em si é especial. É um jogo que a gente tem de reverter o placar, então a gente espera que seja uma festa muito bonita, que a gente consiga voltar bem a BH e reverter essa situação”, disse o artilheiro do Atlético na temporada com 13 gols. Apesar de contar com a torcida no Independência, o Atlético terá de driblar as cobranças em cima da equipe, que caiu de rendimento nos últimos jogos. Mesmo assim, a equipe comandada por Cuca conseguiu chegar à final do Campeonato Mineiro, ao vencer o Tupi, por 1 a 0, no último sábado, resultado que encerrou série de três partidas sem vitória. “Se você apoiar o jogador, é melhor do que você cobrar. Se você xingar o jogador, realmente ele vai dar uma caída. Se o jogador errar uma jogada e você der uma motivação para ele, é bom para o jogo e bom para a equipe”, ressaltou o atacante Neto Berola. JUSTIÇA CONSIDERA AÇÃO DO CRUZEIRO CONTRA LEONARDO SILVA IMPROCEDENTE

Justiça considera ação contra Leonardo Silva improcedente (Foto: Globoesporte.com)
O juiz Ézio Martins Cabral Júnior, da 36ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte, considerou improcedente a ação movida pelo Cruzeiro contra o zagueiro Leonardo Silva, que, atualmente, defende as cores do rival Atlético. Em 2010, após seis meses parado por conta de uma grave lesão no joelho, o zagueiro viu seu contrato chegar ao fim e, contrário ao entendimento do Cruzeiro, que contava com uma renovação automática, decidiu se mudar para o Galo. De acordo com a decisão do juiz, a cláusula que definia a renovação automática no contrato de Léo Silva era inválida, já que sujeitava seus efeitos somente ao arbítrio do Cruzeiro. A decisão considerou que o atleta cumpriu o compromisso trabalhista com o clube durante o período em que passou lesionado. O Cruzeiro exigia do zagueiro o pagamento de R$ 16 milhões de reais pela quebra de contrato, e ainda R$ 320 mil das custas processuais. A diretoria celeste já informou que recorrerá da decisão.
Escrito por marguitte às 18h20
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ATLETAS NEGAM ‘RACHA’ NO GRUPO, MAS ADMITEM DISCUSSÕES RÍSPIDA EM CAMPO

Atletas comemoram gol de André na vitória sobre o Tupi que encerrou série de três jogos sem vencer
A queda de rendimento do Atlético, que perdeu a invencibilidade na temporada e venceu apenas um dos últimos quatro jogos que disputou, gerou a suspeita de que há algo de errado no grupo comandado por Cuca. Porém, jogadores negam que o elenco alvinegro esteja ‘rachado’, apesar de admitirem discussões mais ríspidas durante as últimas partidas. “As discussões sempre vão acontecer, não tem grupo rachado nenhum”, decretou o capitão atleticano Réver, logo depois da difícil vitória sobre o Tupi, por 1 a 0, no último sábado, que classificou o Atlético para a decisão do Campeonato Mineiro. O adversário da final será o América-MG. O zagueiro admitiu, no entanto, que existe cobrança entre os jogadores, mas ponderou que não pode haver falta de respeito. “Se meu companheiro errar, eu não vou ficar passando a mão na cabeça dele. Também não quero que fique passando a mão na minha cabeça, quando eu errar”, afirmou. Réver lembrou que os jogadores comemoraram juntos o gol marcado por André na vitória de sábado, que encerrou sequência de três jogos do Atlético sem vencer. Antes disso, o Atlético vinha de derrota para Goiás, por 2 a 0, pelas oitavas de final da Copa do Brasil. Foi o primeiro revés do time, que ficou 14 partidas sem perder em 2012. “A gente tem o respeito muito grande pelo outro, mas ali dentro, em prol do time, a gente acaba falando coisas, que depois acaba pedindo desculpas. É como eu disse, aqui no Atlético não tem grupo rachado. Muito pelo contrário, nosso ambiente é muito favorável a essa campanha que a gente vem fazendo no Campeonato Mineiro”, reiterou o capitão atleticano, em entrevista veiculada pela TV Band Minas. O jovem Bernard também negou que haja divisão no grupo atleticano, porém admitiu “conversas” mais duras durante os jogos. “A gente tenta ao máximo dentro de campo conversar um com outro, mas a conversa nossa às vezes não é da maneira que é para se conversar. A gente acaba gritando, é o medo de perder, é a cobrança que vai vir, então essa é a maneira de a gente conversar dentro de campo”, disse. “Rachado a gente não está. A gente tem um grupo que é muito fechado, um grupo muito unido, então a gente está tentando resolver dentro do grupo as necessidades que a gente tem para suprir o mais rápido possível”, acrescento o meia-atacante.
NA EXPECTATIVA DE SER TITULAR, BEROLA PEDE DA MASSA CONTRA GOIÁS.

Neto Berola pede o apoio da torcida para jogo contra o Goiás (Foto: Bruno Cantini / Site Oficial do Atlético)
Neto Berola está na expectativa de entrar como titular contra o Goiás, na decisão que levará um time para as quartas de final da Copa do Brasil, na próxima quinta-feira, às 21h50m (de Brasília). A partida será no Independência. Com a ausência do jovem Bernard, expulso no jogo de ida, na derrota por 2 a 0, Berola fica como única opção de velocidade para o time tirar a diferença de dois gols, já que perdeu por 2 a 0 na primeira partida. - Estou pronto. Tomara que seja eu esse nome. Vou procurar fazer o que venho fazendo, e vou dar o meu melhor. Vai ser um jogo difícil porque o Goiás é uma grande equipe, mas o Atlético tem condições de sair com essa vaga - declarou o atacante. Um dos fatores principais que o jogador espera ter para conseguir a classificação é o apoio do torcedor. E se depender das vendas de ingresso no primeiro dia, Berola terá a companhia de um Independência lotado. - A expectativa é grande. É isso que a gente precisa. Com a torcida empurrando, gritando nosso nome, vamos conseguir o nosso objetivo. Apoio da torcida é sempre bom, jogar com a torcida a favor. Esperamos fazer um grande jogo e conquistar a classificação. A pressão exercida pelos torcedores no último jogo, contra o Tupi, foi comentada pelo jogador, que pediu uma trégua para o duelo decisivo da próxima quinta-feira. - A torcida sempre vem cobrando. Mas acho que se você apoiar é melhor do que cobrar. Com as cobranças jogador dá uma caída na partida. Apoiar é bom pra equipe, porque o jogador vai se reerguer no jogo.
Escrito por marguitte às 19h48
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